quarta-feira, 2 de abril de 2008

A arte de fazer o amor... ainda há quem não aceite

Só agora dou à costa, porque literalmente foi lá que fiquei retido no passado Domingo.

Passo a explicar:
Tal como combinado com as miúdas ávidas de prazer daquela localidade da freguesia da Maceira, no passado Domingo aproveitei a ida dos chaparrões ao mar, para depois de ver as miúdas cantarem: "Não vás ao mar toino... que o mar tá bravo, toino". Isto ao ver os seus homens partirem para o mar, ou seja, para a marinha, mais uma vez rumo à civilização. Entenda-se do Telheiro para norte, rumo à capital, onde, por norma, são goleados, quer seja nos mares do sul (Picassinos) ou nos mares do norte (Vieira), as miúdas assim que viram as naus chaparronas zarparem, rapidamente correram para seus lares, para ajoelhar e, entre muitas outras coisas fantásticas que sabem fazer, rezarem e pedirem que os seus homens voltassem... tarde.
Mas eu estranhei um pouco, quando vi gaivotas a pararem na torres da capela daquela localidade da freguesia da maceira e pensei, será que há tempestade no mar... Mas como não gosto de desiludir as minhas musas chaparronas, tive que escrever mais uma crónica brilhante da arte de fazer o amor. Então peguei no lápis e fui à procura das melhores afiadeiras do distrito de Leiria...
O verdadeiro entrou em acção, deu conta das suas princesas, levou umas valentes tareias pois elas estavam mais folgadas que nunca. Sempre que o lápis ficava gasto, as afiadeiras daquela localidade da freguesia da Maceira faziam de novo um belo bico. Bem, mas o pior estava para vir...
Não imaginam, os Chaparrões começaram a chegar à terrinha mais cedo que previsto, pois o mar do norte estava tão agreste que começaram a abandonar a faina logo no início do segundo tempo, vai daí, fui literalmente apanhado com as calças na mão...
Depois de conseguir fugir às primeiras investidas, eis que surge a debandada chaparrona, vinham todos tão enjoados e com vontade de se vingarem no primeiro que apanhassem pela frente. Pois, eis que viram o verdadeiro de papo cheio, a fúria foi tal, que barraram a minha saída e tive que dar à sola e quando dei por mim, estava na Costa, tive que me barricar na capela, com os Chaparrões a procurarem por mim com tochas acesas e a pedirem a minha cabeça. Dizem que querem enforcar-me em público, em pleno semáforo que afinal não é inteligente...
Finalmente consegui chegar ao mar do sul, onde ainda estamos à espera que venham repor o stock de minis, que esgotaram no Domingo, depois de termos ganho o nosso campeonato e em duas semanas termos empatado por duas vezes contra os Galácticos do Cabo Carvoeiro.
Para completar este ciclo de jogos de Champions League no Tojal, vamos ter mais um jogo internacional no nosso Teatro dos pesadelos, a equipa de craques do Estrangeiro vem a Picassinos.
Caros pataeiros, vejam lá se renovam o passaporte, se não vão ficar retidos na Moita, não passam a fronteira.

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